23 ago

Os desafios das redes para a transformação digital

As empresas no Brasil vivem um grande dilema quanto à questão da transformação digital.  Ou incorporam de vez a cultura digital e fazem mudanças radicais em seus modelos de negócios, ou ficam paradas no tempo e serão atropeladas pelo avanço do mundo digital, móvel e globalizado e pelos concorrentes que se inseriram mais rapidamente nesse novo mundo.

Como as maiores demandas hoje vêm dos consumidores, que querem comprar produtos ou serem atendidos no seu tempo, da forma que melhor lhes convém e terem experiências gratificantes com isso, as empresas vão precisar de ferramentas para conhecê-los cada vez melhor, desde seus hábitos de consumo ao seu humor e motivação para consumirem determinados tipos de produtos e serviços.

A transformação digital é um processo que envolve toda a empresa e que transcende para os associados, clientes, fornecedores e parceiros.

Em uma rede existem diferentes cabeças, em diferentes graus de maturidade e de comprometimento com a marca e com o próprio negócio. Saber lidar com toda essa diversidade de perfis vai exigir muita competência do líder da rede para conectar pessoas e gerar um efeito dominó para a causa.

O lado positivo é que nas redes tudo se potencializa, porque o efeito é em cadeia, em rede, tudo se dissemina muito rápido e, vencida a primeira fase da conscientização, a força da rede pode acelerar a jornada para a transformação digital, de estrutura organizacional, investimentos e de pessoas.

A dificuldade na maioria das empresas está na base, na estrutura organizacional, na cultura e no comportamento de seus líderes. Uma mudança dessa ordem deve vir de uma estratégia global, única e consistente, e ser conduzida por uma liderança firme e disciplinada para fazer com que os projetos aconteçam e sejam implantados com sucesso, nos prazos previstos e, com isso, inserir de vez a empresa no mundo digital e dele se beneficiar.

O caminho para a transformação digital deve ser traçado com a ajuda de especialistas da área, com decisões tecnológicas, passando por análise de dados estruturados, permitindo atender demandas 24 horas por dia, e até mesmo a inteligência artificial. Além de toda adaptação na estrutura organizacional, na adequação dos processos e na revisão de competências e de perfis das lideranças e de seus liderados.

(Fonte: Mercado e Consumo)

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