20 nov

Sucessão: é preciso preparar-se para a continuidade do negócio

É uma questão que não se soluciona de uma hora para a outra e requer experiência e suporte. Para que se evitem transtornos, as redes precisam ter traçados seus planos de sucessão.

Quando chega a hora de fazer a sucessão dentro da empresa, quais são os critérios que podem determinar se os herdeiros têm condições para assumir o negócio? Além disso, o que deve ser feito quando o empresário não tem herdeiros naturais ou, ainda que os tenha, eles não se interessam pelo negócio, porque trilharam outras carreiras profissionais?

A questão da sucessão nas lojas ligadas às redes empresariais é ampla e muitas estão quebrando a cabeça porque não se prepararam antecipadamente para a aposentadoria ou até a desistência de seus associados.

Quando há herdeiros dispostos a assumir o negócio, tudo pode ser mais simples, se a rede implantar um programa de sucessão. A intenção é que tais herdeiros, sejam eles filhos, parentes ou até pessoas de confiança, que se tornem sócias do associado, sejam preparados para assumir a(s) unidade(s), com um trabalho intenso de desenvolvimento de competências que permitam que o negócio continue se desenvolvendo e, quem sabe, se perpetue.

Em não havendo essa possibilidade, a(s) loja(s) deste associado deve(m) se manter em boas condições para que o negócio torne-se um ativo para uma venda futura.

De qualquer maneira, a sucessão é uma questão que não se soluciona de uma hora para a outra e requer experiência e suporte. Por isso, para que se evitem transtornos, as redes precisam ter traçados seus planos de sucessão, tanto para apoiar os associados que tanto contribuíram para o sucesso do negócio quanto para continuarem operando seus negócios de maneira saudável.

(Fonte:  Associação Brasileira de Franchising)

Publicado no boletim informativo Varejo & Redes Empresariais nº 190

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